Programação

 

programação 4

Resumo das palestras

Abertura do Evento

Tema da Palestra: Desafio da sustentabilidade e os benefícios ambientais do uso da energia solar

Palestrantes: Profa. Diana Lunardi e prof. Vitor Lunardi

Resumo: Durante a mobilização da UFERSA para o Prêmio Ideia do Ministério da Educação – MEC (2014-2015), docentes, discentes e técnicos administrativos da Universidade discutiram e realizaram inúmeras propostas de práticas sustentáveis para a redução da energia elétrica e água. Com a conquista do segundo lugar, divulgado oficialmente pelo MEC em 03 de março de 2015, e a premiação de 1 milhão de reais, optou-se por aplicar o recurso na aquisição de uma usina solar de 135KWp. Esta usina solar fotovoltaica trará uma série de benefícios diretos e indiretos à UFERSA como a redução dos gastos com energia elétrica na própria universidade, um laboratório ao ar livre para apoiar pesquisas científicas em nível de mestrado e iniciação científica e a integração entre tecnologia e sustentabilidade.

 

Palestra I

Tema da Palestra: Usinas Solares do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do RN: experiência e desafios

Palestrante: Eng. Franclin Róbias

Resumo: Um ano após a publicação da Resolução Normativa 482 (RN 482), da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), em agosto de 2013 foi dado início ao projeto de inserção de fontes renováveis de energia no Instituto Federal do RN (IFRN). O primeiro gerador com capacidade de 56,4 kWp iniciou operação ainda em 2013 na Reitoria. O ano de 2015 terminou com 811 kWp de capacidade instalada. Em 2016 será ultrapassada a marca de 1 MWp, podendo encerrar o ano com quase 1,4 MWp fotovoltaico em operação, distribuídos em 15 unidades da Instituição. Durante a palestra serão apresentadas as motivações que levaram o IFRN a implantar mini e microgeradores fotovoltaicos em suas instalações. Também serão mostrados os modelos de aquisição utilizados, instalações e investimentos realizados, aspectos técnicos do projetos executados, desempenho obtido, custos com manutenção e expectativa de retorno.

 

Mesa Redonda

Tema da Mesa Redonda: A Energia Solar Fotovoltaica no contexto da geração distribuída no Brasil

Palestrantes: Prof. Ednardo Pereira da Rocha, Profa. Fabiana K. de O. M. Varella Guerra e prof. André Pedro Fernandes Neto.

Resumo: A geração distribuída vem sendo definida como um modelo de infraestrutura energética de baixas potências que tem por finalidade a geração de energia elétrica próxima ou dentro dos próprios centros de consumo. No Brasil, a GD passou a ser realidade após a vigência da Normativa 482/2012 da ANEEL, posteriormente atualizada pela Resolução Normativa 687/2015, que definem as diretrizes e regras para os consumidores que desejem entrar  no sistema de compensação de energia. Até então, a maioria dos projetos em pleno funcionamento no Brasil operavam para atender localidades isoladas, sem acesso à rede das distribuidoras de energia. Atualmente, mais de 90% dos sistemas conectados à rede atualmente em funcionamento no Brasil são sistemas fotovoltaicos. Esta preferência pelos sistemas fotovoltaicos se dá pela facilidade da instalação, manutenção mínima e pela taxa de retorno do investimento.

 

Palestra III

 

Tema da Palestra: Eficiência Energética – Menos energia, mais competitividade!

Palestrante: Auditor Júlio César Rodrigues de Sousa

Resumo: O custo da energia elétrica no Brasil é um dos mais altos do mundo, devido principalmente a baixa competitividade na geração, transmissão e distribuição desse insumo. Além disso, o setor elétrico possui encargos estratosféricos, entre impostos federais e estaduais e o percentual cobrado aos consumidores finais ultrapassam facilmente os 30% do valor total cobrado na fatura. Esse cenário afeta principalmente a indústria nacional, e compromete diretamente o comportamento da economia. Atualmente, novas tecnologias permitem que as organizações aumentem exponencialmente a produtividade e a competitividade de seus negócios e reduzam significativamente os custos com energia elétrica convencional, a partir da utilização de estratégias de aproveitamento das condições ambientais existentes, bem como através da redefinição dos processos organizacionais e do estabelecimento de uma nova cultura corporativa, com foco na economia de energia e na sustentabilidade empresarial.

 

 

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